O embaixador da Nova Zelândia no Brasil, Chris Langley, esteve na Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) nesta quarta-feira (11). Na pauta do encontro, perspectivas de criação de rotas ligando os países e ações de cooperação para troca de experiências na questão da promoção do turismo.
A necessidade de aumento da conectividade aérea foi tratada no encontro. Atualmente existem voos de Auckland para Buenos Aires e Santiago. A criação de conexões e novos voos é importante para a promoção conjunta e criação de roteiros integrados com países da América do Sul, especialmente para países de longa distância, como China e Austrália. Estratégia na qual a Nova Zelândia se enquadra.
O modelo de brandind neozelandês é considerado referência no mundo, já que inclui, sob o mesmo guarda-chuva, a promoção comercial e de serviços, entre eles o turismo. O desenvolvimento do setor no país pode servir como estudo de caso para o Brasil. O país, com uma população de 4,5 milhões de pessoas, recebe 3,5 milhões de estrangeiros por ano, o que gera pelo menos R$ 25 bilhões de receita.
Além disso, os países têm características comuns como a localização geográfica distante dos principais emissores de turistas, o grande potencial em atrativos naturais, com destaque para os parques nacionais, além de ter povo alegre e acolhedor. Já existe o interesse do turista neozelandês em relação ao Brasil. Dos países da América Latina, o país que mais recebe turistas da Nova Zelândia é o Brasil, com cerca de 16 mil por ano.

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