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Combate ao zika vírus é foco de reunião do Cetur

O Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) lança convênio com entidades brasileiras da hotelaria para combater o Aedes aegypt, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. “O convênio vai incentivar o engajamento do setor hoteleiro nas práticas de contenção do Aedes aegypti. A campanha nasceu de uma iniciativa do Departamento Nacional do Sesc, já implementada em mais de mil unidades do Sesc e do Senac em todo o país”, afirma Alexandre Sampaio, presidente do Cetur. Com o slogan “Não deixe o mosquito bater ponto aqui”, a campanha é promovida pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional), pelo Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), pela Associação Brasileira de Resorts (ABR) e pela Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS). A campanha visa informar e mobilizar os funcionários dos estabelecimentos e realizar rotinas de inspeção para eliminar possíveis criadouros, além de promover a formação de agentes multiplicadores para o combate ao mosquito. “A campanha foca nos colaboradores dos meios de hospedagem. Todo o material de divulgação pode ser alterado pelos hotéis para a inclusão de suas marcas”, explica Janaina Pochapski, diretora de saúde, assistência e lazer do Sesc Nacional. Já o presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, que está se desligando do cargo, destacou as Olimpíadas de 2016. “No final deste ano seremos um país ‘comum’, não mais a sede de grandes eventos, como os Jogos Olímpicos”. Para isso, ele defende a criação de Áreas Especiais de Interesse Turístico (AEIT) com regimes diferentes para tributação, comércio, crédito, investimentos e simplificação das exigências administrativas. A ideia é criar espaços territoriais delimitados, com condições de ocupação decididas pelo governo, que possam atrair investimentos e novos negócios. “Temos que abrir os parques nacionais, as cidades históricas e o turismo cultural; viabilizar nossas orlas com marinas e pontos turísticos e desenvolver o setor de eventos e os parques temáticos, para gerar investimentos”, afirma Lummertz.

A proposta de Medida Provisória prevê complexos turísticos considerados zonas de importação, com menos processos burocráticos e incentivos já determinados pelo poder público. “Na prática, buscamos o desenvolvimento econômico, não é perguntar o que o país pode fazer pelo turismo, mas o que o turismo pode fazer pelo Brasil. Essa é uma decisão política e não há como avançar sem mudanças na burocracia. Precisamos de um plano de competitividade agressiva”, conclui o presidente da Embratur.

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