
Em 2019, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve apresentar um crescimento de 2,3% em relação ao ano passado. É o que estimou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) após Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgar os resultados das Contas Nacionais, apontando crescimento de 1,1% do PIB brasileiro em 2018.
Para o chefe da Divisão Econômica da CNC, Fabio Bentes, reativar o mercado de trabalho será uma das questões essenciais para o desempenho positivo no ano corrente. “A despeito do recuo da taxa de desemprego, o mercado tem apresentado níveis recorde de subutilização da força de trabalho e informalidade elevada. A trajetória de recuperação que o País tem pela frente, após a pior recessão da sua história, será, portanto, longa”, afirmou Bentes.
Para a CNC, a percepção é que as condições favoráveis à retomada do crescimento estão preservadas, mas ainda há espaço para a queda das taxas de juros, dado o patamar atual confortavelmente baixo da meta de inflação. A previsão da entidade leva em consideração um cenário no qual, ao fim de 2019, a inflação esteja próxima a 3,85%.

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