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Brasil recebeu meio milhão de turistas internacionais em maio

Foto de Embratur-Visit Brasil/Divulgação

Segundo dados da Embratur, do Ministério do Turismo (MTur) e da Polícia Federal, o Brasil registrou 486.262 entradas de viajantes internacionais em maio – número que representa uma alta de 5,4% em comparação com o mesmo mês de 2025, quando entraram 461.341 visitantes vindos do exterior.

Já no acumulado de janeiro a maio de 2026, os destinos brasileiros contabilizaram 4.819.685 desembarques. O índice aponta o segundo melhor desempenho para o período na série histórica, 1,4% abaixo do recorde verificado nos primeiros cinco meses de 2025, que computou 4.887.229 entradas. No modal aéreo, foram registrados 3.170.737 turistas internacionais, um crescimento de 14,9% em relação ao ano de 2025.

“Estamos com um resultado, em número de chegadas de turistas internacionais, equivalente ao recorde histórico do ano passado, mas melhor em termos de tempo de permanência e ticket médio. Estamos com ampliação de 17% na chegada de turistas da Europa, 15% dos asiáticos e 16% entre os sulamericanos no modal aéreo. Esse crescimento é consistente, está cada vez mais regionalizado e reflete o que planejamos no Plano Brasis. A união entre os estados, municípios e setor privado colabora muito para alcançar esses resultados positivos”, ressalta o presidente da Embratur, Bruno Reis.

Principais emissores

A Argentina segue como o principal mercado emissor de turistas internacionais para o Brasil, com 1,9 milhões de chegadas. Em segundo lugar estão os Estados Unidos, com pouco mais de 338 mil desembarques, seguido por Paraguai (284,4 mil), França (127,6 mil) e Alemanha (112,1 mil).

Estados brasileiros

São Paulo registrou 1,2 milhão e um crescimento de 4,9% de janeiro a maio, seguido pelo Rio de Janeiro, com 1,2 milhão de chegadas e crescimento de 12,4%. Na sequência, vem Santa Catarina com 518,6 mil e crescimento de 1,4%, e Bahia, com 102.471 mil turistas internacionais e expansão de 11,8%. Rio Grande do Norte e Pernambuco se destacaram pelo crescimento percentual, com 151% de aumento no primeiro caso (34.815 mil), e 103,6% no segundo (72.842 mil).

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