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2019
02
07

Sorvete pede clima de negócio e boa parceria com fornecedor

Quem tem negócio que depende do calor, precisa pensar em artifícios para eventuais quedas na temperatura. O mercado brasileiro de sorvetes tem se expandido e o país é o sexto maior produtor mundial, ficando atrás dos Estados Unidos, China, Rússia, Japão e Alemanha. Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias do Setor de Sorvetes (Abis), embora o consumo per capita ainda seja de 5,44 litros/ano a perspectiva é de que o produto cresça cada vez mais internamente e ganhe relevância na economia. Ainda de acordo com a Abis, a estimativa é de que a indústria de sorvetes registre evolução de 3% a 5% em 2019.

Para driblar o frio, num país tropical, que praticamente perdura sessenta dias, os sorveteiros podem investir em ambiente com climatizadores aquecendo o inverno, trazendo inclusive uma atmosfera mais intimista e aconchegante. Outro sugestão é usar receitas que incluam ingredientes fontes de energia como castanhas, avelã, chocolate, maçã, canela, especiarias. Oferecer outros produtos, além do sorvete, pode ampliar as finanças, a exemplo das composições quentinhas, como petit gâteau, brownies, café na casquinha. Seja criativo:, receitas com sabores exóticos sempre rendem boas experiências, fondue de sorvete acompanhado por caldas aquecidas para incrementar o gelato também é uma opção.

E ainda, segundo os especialistas, metade do sucesso de um negócio comercial se deve à sua localização. Escolhendo um lugar às pressas você corre o risco de pagar mais pelo imóvel e ainda ter pouco movimento na loja.  Antes de bater o martelo, deve-se saber onde está o público-alvo do negócio.

Hoje, os hotéis estão com missões cada vez mais desafiadoras, pois passar no crivo do hóspede não é fácil. Investir em diferentes áreas com um olhar mais criterioso e não tão automático é o caminho para agradar o cliente. No caso dos restaurantes dentro destes complexos, o nicho de sorvetes vem crescendo, se diferenciando na apresentação. Por isso, grandes e pequenas redes investem em consultorias de sorvete para instalar o maquinário adequado e servir um produto que finalize a refeição com mais qualidade, saciedade e prazer.

Na Escola Sorvete pregamos aos alunos que pretendem empreender no setor, que o planejamento é a chave do sucesso. O desafio é grande para se investir em uma sorveteria. Começar pensando em maquinários e produtos de qualidade, é o caminho. Usar ingredientes que correspondem a estação é primordial para se obter um produto de frescor e ainda, faturar melhor. A sazonalidade dos produtos oscila de estação para estação e o empreendedor precisa ficar atento para não pagar absurdos em frutas e vegetais. Entender a terra, como cada cultura se desenvolve e fazer uma visita aos produtores é primordial para não cair em armadilhas. Outro fator que é preciso ficar atento é o maquinário, a peça faz toda diferença no processo que pretende usar. Visitar fornecedores e entender o que aquela máquina pode produzir é extremamente importante, porque não adianta ter uma Ferrari se está dirigindo como um fusca.

*Francisco Santana, consultor e chef da Escola Sorvete

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