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2019
13
03

1ª. ANUFOOD ressalta capacidade de produção e oferta de alimentos e bebidas

A primeira edição do ANUFOOD  que se estende até essa quinta-feira (14), no São Paulo Expo na capital paulista, coloca na vitrine a vocação do Brasil na produção de alimentos e bebidas.

Para Cassiano Facchinetti, diretor geral da Koelnmesse no Brasil, organizadora da feira, a indústria alimentícia tem grande potencial para contribuir com um novo ciclo de crescimento do país. “Os olhos do mundo estão cada vez mais voltados ao Brasil quando o assunto é produção de alimentos e agronegócio”. Para o executivo, o evento traz grandes oportunidades de negócios para o setor. Ao reunir mais de 200 marcas, de cerca de 30 países, a ANUFOOD também abre espaço para conteúdo de alto nível e debates durante o Congresso.

Para o CFO da Koelnmesse, Herbert Marner, que representou o Grupo Koelnmesse na abertura da feira (dia 12), o evento chega para estimular a promoção de negócios do setor de alimentos e bebidas brasileiras pelo mundo. Um dos embaixadores do evento, o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, Coordenador do Centro de Agronegócios da FGV (Fundação Getúlio Vargas), lembrou que a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e a FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) definiram que, para garantir a segurança alimentar mundial, haverá a necessidade da oferta de alimentos crescer 20%, em 10 anos. Para alcançar essa meta, o Brasil deverá ter um aumento na produção de 41%. “Temos tecnologia e gente capaz para atingir esse patamar”, disse. “Por isso, a FGV se uniu à Koelnmesse para mostrar ao mundo, através da ANUFOOD, nossa capacidade e expertise. Tanto que estamos, nesta feira, com quem faz acontecer. ”

Conforme declarou a ministra Teresa Cristina, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, na abertura do evento o Brasil saiu da lista dos 20 maiores importadores de alimentos do mundo e hoje detém 20% das exportações mundiais de produtos alimentícios. A ministra destacou que a agropecuária ocupa atualmente apenas 30% das terras. “A experiência do Brasil mostra que é possível haver convivência harmoniosa entre os produtores agrícola e a preservação pois tivemos, em 20 anos, um aumento de produtividade de 400% enquanto a área plantada cresceu apenas 33%”.

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