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Edição 405

gastronomia

Produtos com chancela

Hotéis investem em marcas próprias para a formação de vínculos


Criar a fidelização e estar sempre na lembrança do cliente é primordial para a sobrevivência de um estabelecimento. Na hotelaria não é diferente, tanto que os empresários têm investido em ações que façam o hóspede levar ‘um pedacinho do hotel para casa’. Em alguns meios de hospedagem, delícias oferecidas durante as refeições já estão disponíveis para venda com sua própria marca estampada no rótulo. 


Segundo Enzo Donna, diretor da ECD Consultoria em Food Service, esse tipo de ação é importante apenas para usufruir da imagem do hotel. “Marcas próprias servem para transferir produto e permanência na mente do consumidor e não impactam diretamente no faturamento do empreendimento ou mesmo do setor de Alimentos e Bebidas”, diz.


Para entender melhor o que isso significa, o diretor da ECD explica que o hotel na Europa foi o berço da gastronomia. Os grandes cozinheiros se formaram, geraram imagem e fizeram grandes obras dentro dos hotéis. Mas, isso não acontece no Brasil. “São poucos os locais em que a cozinha tem mais força do que a cama. Em seus tempos áureos o Ca’d’Oro (SP) fazia esse papel. Era lá que políticos, empresários, artistas e pessoas da sociedade iam para comer”, conta.


Donna diz que hoje somente alguns hotéis de luxo possuem gastronomia forte, como o Palácio Tangará (SP) e o Copacabana Palace (RJ). “Na maioria dos empreendimentos temos comida boa e variada; entretanto, muito prática e conveniente, uma vez que os grandes frequentadores são do setor corporativo, nicho que não busca sofisticação”, afirma.


Leia a matéria completa na página 56 da edição 405.


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