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Edição 402

gastronomia

Quando brunch é um negócio

Hotéis apostam nesta refeição para atrair novos clientes


Jeito despojado de juntar café da manhã com almoço, o brunch é uma agradável opção de refeição para os fins de semana. Mas a descontração se restringe a quem se delicia à mesa. Para um hotel investir nessa refeição como um modelo de negócio, são necessários muito planejamento e atenção aos detalhes.


“O brunch, se bem divulgado e trabalhado com consistência, é positivo. Nos fins de semana, normalmente o movimento dos restaurantes de hotel cai e ele pode ocupar essa lacuna, ajudando a diluir os custos fixos e aumentar a receita nesse período”, explica Diogo Aragão, gerente de Alimentos e Bebidas do Emiliano, primeiro hotel de São Paulo a oferecer essa refeição, em 2008. “Nosso brunch já é tradicional entre os paulistanos e sempre temos lista de espera de interessados em aproveitar o fim de semana com boa comida e bom serviço”, diz.


Junção das palavras inglesas breakfast (café da manhã) e lunch (almoço), o brunch combina itens das duas primeiras refeições do dia. A ideia teria surgido na Inglaterra no fim do século 19 e se difundiu no século passado, tornando-se popular em países como os Estados Unidos. No Brasil, cada vez mais meios de hospedagem apostam nela.


Leia a matéria completa na página 38 da edição 402.


 


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