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Edição 399

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Lavanderias: Próprias ou terceirizadas?

Conheça as vantagens e desvantagens de cada um destes formatos

No caso das grandes redes de hotéis, terceirizar o serviço de lavanderia tem se tornado um procedimento mais comum a cada dia. Entretanto, ainda existem muitos empreendimentos menores (pousadas e unidades independentes) que preferem adotar a atividade interna, tanto para manutenção dos enxovais, quanto por conta do compromisso de prestar esse serviço aos hóspedes, investindo, assim, em novas tecnologias e na manutenção constante das mesmas.


Seja optando pela terceirização ou por manter um espaço próprio, há prós e contras aos quais o gestor deve se ater, principalmente no que diz respeito aos equipamentos. Independente da escolha, os fatores que sempre norteiam a hotelaria neste quesito são os mesmos: a qualidade aliada ao custo e às ações sustentáveis.


Para Othon Barcellos, presidente da Associação Nacional de Empresas de Lavanderia (Anel), o setor no Brasil está em um momento equilibrado: há uma divisão clara entre os meios de hospedagem que possuem lavanderias próprias e os que terceirizam. “Nas grandes cidades, os hotéis têm preferido usar uma lavanderia externa, mas nos menores empreendimentos e, principalmente em municípios pequenos, acontece o contrário. Existe a dificuldade de encontrar boas empresas que prestem serviço nestas localidades e, por isso, muitos preferem montar o próprio espaço”, diz.


Segundo o executivo, as principais vantagens e desvantagens de cada um dos formatos dependem das circunstâncias. “A lavanderia é uma grande consumidora de água e a terceirização neste caso favorece, porque diminui o uso. Por outro lado, quando é um espaço próprio, o controle sobre a roupa é maior”, compara.


Leia a matéria na página 32 da edição 399


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