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Edição 398

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Onde estão os novos talentos brasileiros?

Quem são os recém-formados e por que muitas vezes preferem trabalhar em outros países ou, até mesmo, mudar de setor


A hotelaria brasileira conta hoje com profissionais vindos de universidades especializadas no País. Essas possuem, inclusive, espaços completos e totalmente equipados para a aplicação de aulas práticas, que simulam o cotidiano na realidade dos hotéis. As opções, entretanto, não são baratas. O estudante - ou sua família - fazem um alto investimento durante quatro anos que, além do custo já estipulado desde o início, pode incluir também o valor extra de um intercâmbio no exterior, por exemplo. De forma geral, os estudantes que começam no setor são normalmente bem preparados e, até mesmo bilíngues, isso antes mesmo de concluírem a graduação. Tendo em vista todo o esforço dos novos talentos hoteleiros, será que os empresários e as grandes redes têm valorizado o preparo desses que serão, mais tarde, a mão-de-obra local?


Silvia Valente, coordenadora da graduação em Hotelaria na Universidade Anhembi Morumbi, afirma que a profissão do hoteleiro tem mais reconhecimento em outros países (principalmente na Europa), enquanto no Brasil não há o mesmo prestígio. “Pode ser uma das razões do porquê os profissionais são chamados pelo ‘canto da sereia’, e acabam não voltando para o País. A remuneração com certeza também ajuda; se o salário que eles ganham lá for convertido para o real, faz muita diferença”, explica. 


Leia a matéria completa na página 18 da edição 398


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