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05
06

Única cerveja artesanal do Líbano chega ao Brasil

Cerveja nasceu em meio à guerra em 2006 e hoje está presente em 15 países

cerveja artesanal, líbano

Com três rótulos - Larger, Witbier e Porter -, a 961 Beer, única cerveja artesanal do Líbano chega ao Brasil com exclusividade pela importadora Brave Company. A princípio, somente o mercado paulista conta com a novidade, mas a distribuição deve ser expandida para outros estados em breve. Em 2012, a cervejaria vendeu o equivalente a 200 mil caixas de cerveja, somando a produção em barril e garrafas, para o mercado interno e externo.

Rótulos

O tipo 961 Beer Lager foi eleito o melhor rótulo na categoria, na Hong Kong International Beer Awards, em 2012. É de cor dourada, com boa formação e persistência de espuma. Possui aromas maltados, lembrando panificação, com lúpulo herbal e floral em segundo plano.

Na boca, malte bem equilibrado com amargor de lúpulo e boa carbonatação com corpo de leve para médio. À mesa, harmoniza muito bem com carnes de frango e peixe, saladas e verduras, além dos brasileiríssimos feijão carioca ou fradinho.

O 961 Beer Witbier possui cor amarelo palha, turva, com aroma cítrico agudo e marcante de laranja libanesa e coentro em segundo plano. Na boca, o sabor repete o aroma, com cítrico marcante, trigo e coentro (mais evidente no paladar do que aroma), além de boa e refrescante acidez. Carbonatada, corpo leve, final rápido e refrescante, Combina bem com frutos do mar, mexilhões, sushi e saladas.

Já a 961 Beer Porter é uma cerveja escura de tradição inglesa, com corpo médio, boa carbonatação e final seco, o que a mantém leve. É também extremamente aromática. Feita com um blend delicado de maltes que lhe dão sabor e aroma lembrando chocolate meio amargo e café com leite. Na boca, o amargor dos maltes torrados se combina a uma leve acidez. Harmoniza bem com carnes grelhadas, de caça, pratos condimentados e sobremesas à base de chocolate ou frutas vermelhas.

História

A história da 961 Beer (referência ao código de área do Líbano) surgiu em 2006, quando o País estava em conflito e Mazen Hajjar, preso em seu apartamento, lia o livro ‘Beer School’, de Steve Hindy, da Brooklyn Brewery. Contudo, na época não era possível conseguir no País e nem importar os ingredientes para fabricar a cerveja.

Foi quando, em um encontro com Henrik Haagen, executivo dinamarquês, deu início à sociedade em que Haagen enviava os ingredientes de seu país de origem e Hajjar fazia a cerveja, artesanalmente, em seu apartamento. A qualidade foi melhorando após muita pesquisa e estudo. Com uma cerveja mais madura, montaram um galpão e, em seguida, um pub em Beirute que se tornou um sucesso.

Em 2009, com demanda maior do que podiam suprir, fecharam o galpão e o pub para reformular o negócio. Em 2011, a cervejaria reabriu reestruturada e hoje exporta para mais de 15 países.

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