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07
12

Grupo Neffa encerrará 2015 com crescimento de 15%

Parte do crescimento se deve a nova marca, a Maria Honos

Alguns produtos da linha de congelados Maria Honos

Grupo Neffa, Maria Honos

Especializado no mercado de alimentação pronta (B2B e B2C), o Grupo Neffa fechará 2015 com R$36 milhões de faturamento, o que corresponde a um crescimento de 15%. A empresa opera com hotéis, restaurantes, fábrica de alimentos, eventos e convenções, além dos ramos de fornecimento de mercadorias a embarcações nacionais e estrangeiras, nas áreas de logística portuária, catering on shore e off shore, refeições coletivas, gestão de restaurantes e cozinhas industriais.

Em 2014, o Grupo Neffa investiu R$ 12 milhões do capital próprio em uma fábrica de alimentos recém-inaugurada em Cariacica, Espírito Santo, que produz oito toneladas de alimentos por dia, conta com 60 funcionários diretos e 180 indiretos.  É lá que é produzida a linha de comidas congeladas Maria Honos, voltada tanto ao consumidor final, quanto a empresas.

A linha não leva adição de conservantes e consegue manter o prazo de validade de até seis meses com um processo de hipercongelamento. São cerca de 70 produtos, que vão de pratos combinados, como bife a role, purê de batatas e arroz com brócolis, a porções de feijão cozido ou banana da terra, por exemplo.

“É uma comida caseira, com sabor da casa da avó”, explica Lucia Murad Neffa, diretora do Grupo Neffa. “Estamos criando uma categoria nova no setor de congelados”, completou. De acordo com a empresária, o mercado pede pratos triviais e a empresa procurou atender esta demanda.

Neste mês, a marca fechou suas negociações com o Carrefour e com o Pão de Açúcar e deverá ser vendida em supermercados destas redes. “Em 2015 a Maria Honos teve bastante procura, mas ainda não tivemos aumento nas vendas por se tratar de uma novidade”, afirmou Lucia. Com as novas parcerias, a marca deverá ocupar um espaço maior no faturamento do grupo no próximo ano.

Além da venda no varejo, a franquia também desenvolve receitas para empresas que optem pela terceirização da produção. “Comida congelada reduz custos nos restaurantes. Com a crise, este conceito terá que ser adotado ou os restaurantes não conseguirão ser competitivos”, acredita Lucia.

Para as empresas, a marca oferece a base e o restaurante entra com a criatividade. “O restaurante pode pegar nosso arroz, colocar um champignon e está pronto para servir”, sugeriu a empresária.

No próximo ano, será inaugurada no centro de Vitória a primeira loja Maria Honos e a empresa deverá investir em franquias da marca. 

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