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2014
30
09

Regent Park abre restaurante assinado pelo chef Pier Paolo

Gastronomia mediterrânea é foco da nova casa

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O chef Pier Paolo Pichi ingressou na área gastronômica muito cedo. Aos 17 anos começou a trabalhar no restaurante Filomena, localizado em São Paulo. Especializou-se em cozinha mediterrânea na Itália e abriu dois empreendimentos.

Agora, o chef apresenta o Picchi, seu novo restaurante localizado no hotel Regent Park, também na capital paulista, que tem a proposta de oferecer gastronomia italiana clássica, com toques autorais proporcionados por ingredientes brasileiros. “Nossa cozinha é baseada na região mediterrânea da Itália, com toques que dão personalidade para cada prato”, conta Pier Paolo.

Para exemplificar essa cozinha com toque brasileiro, a salada caprese, típico prato italiano, ganha suas particularidades, como o tomate servido quente na salada e o queijo da Serra da Canastra.

O caráter artesanal é outro ponto valorizado pelo chef. Todas as massas e pães são de fabricação própria e para garantir a alta qualidade de todos os pratos, Pier Paolo ainda utiliza produtos italianos de origem reservada (DOP, DOC e DOCG).

Em um espaço ocioso no fundo do restaurante, o chef criou uma horta com temperos que integram seus pratos. Tomilho, manjericão, basílico, alecrim e outras especiarias brotam neste espaço. Hortelã e melissa também garantem os chás a serem servidos no Picchi.

Ambiente

Com o objetivo de construir um ambiente também acolhedor – assim como a comida que serve – o antigo restaurante do hotel passou por grande reforma, conduzida pelo arquiteto Paulo Elias. “Pensamos em um ambiente com muita madeira, para dar uma sensação mais aconchegante, para que o cliente aprecie a comida com calma”.

Outro ponto importante da experiência é a trilha sonora criada por Mari Rossi, da We Sounds, que mesclou o componente italiano que está no DNA do restaurante com toques contemporâneos.

“Fiz uma seleção para o café da manhã com uma pegada mais brasileira, aproveitando o único momento do dia onde o restaurante não é tão italiano. Já no almoço, o tom é mais contemporâneo, com um mix com artistas como Lianne La Haves, Aloe Blacc, Janelle Monae e músicas italianas mais animadas, super bem representadas por artistas como Jovanotti e Tiromancino”, diz Mari.

Já para o jantar, que pede um pouco mais de sofisticação, a  trilha foi inspirada filmes italianos dos anos 70. Serge Gainsbourg, Charles Aznavour, mas não falta Lucio Dalla, Mina, Francesco de Gregori e Fiorella Mannoia fazem parte do repertório.

Cardápio

Entre os Antipasti (entradas) de destaque estão o Caprese Picchi (tomate grelhado, mozzarella de búfala, pasta de azeitonas, pesto genovês e folhas de rúcula) e a Salada Verde de mini folhas, brotos, figo caramelizado no aceto balsâmico e vegetais crus.

Já entre os Primi Piatti (pratos principais) estão o Pici (massa artesanal típica da Toscana, com molho de linguiça calabresa, feijão branco e peperoncino) e o Agnolotti de coelho à caçadora, em seu caldo de cozimento reduzido e tomilho fresco.

E entre os Dolci (sobremesa), o destaque fica para o Morango (morangos, merengue, vinagre balsâmico Leonardi envelhecido dez anos e manjericão) e a queijadinha com sorvete de coco.

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